Por Dallas Willard
O teste crucial de qualquer teologia é este: é o Deus apresentado um Deus que se possa amar, e amar de todo o coração, alma, entendimento e força? Se a resposta ponderada e sincera é “não”, então é necessário procurar em outro lugar e com mais profundidade. Pouco importa a sofisticação intelectual ou doutrinária da abordagem teológica. Se ela não apresenta às pessoas um Deus que se possa amar, então está errada.












32 Comentários
Que absurdo! Então se eu não tenho condições de amar o Deus que me é apresentado, então Ele deve ser descartado por um outro Deus mais “amável”?
Creio que o problema não seja procurar outro deus que eu possa amar, mas analisar o meu Eu e procurar o que há de errado dentro dele que impede de Amar o meu Deus. Pois creio que Deus mais amável que Javé não existe. Como disse Blaise Pascal, um fisico “das antigas” “Deus fez o homem à sua imagem e semelhança, e o homem retribuiu a gentileza”.
Acho difícil de conceber a percepçao dessa divindade carente e passiva,que mede e afere os sentimentos humanos para ser mais ou menos Deus.
Buda,Krishna,Maomé,Lao Tse,etc..não são objetos desse sentimento visceral pelos seus fiéis?Sendo assim,eles estrariam nessa categoria de divindade aceita e aprovada?
Monoteísmo só faz sentido,a partir do coraçao do homem e da sua frágil capacidade de se relacionar(instável,inconstante)com o próximo e com Deus.
Ex: não consigo amar um Deus que criou o ser humano para sofrer eternamente, isso sem contar com tudo que a humanidade já sofreu e está sofrendo com as doenças, com a fome, com as guerras, com tsunami, etc… todo medo e toda a dor de todas as mortes, tudo isso não se compara a dor e o tormento de um “inferno eterno” com as agonias que se destinam às vidas que se perderam. Isso é o absurdo da doutrina cristã protestante e evangélica. Onde esta é a justiça de Deus e a misericórdia de Jesus Cristo? não posso crer num Deus que tenha o “inferno eterno” como uma opção para suas criaturas. Eu tenho pena de queimar animais ou de mata-los, imagina se eu iria criar um bando de gente, com sentimentos, com emoções e pensamentos próprios e depois ia deixar que elas passassem a eternidade queimando, gemendo e rangendo os dentes? Este ensino apavorante, esta mentira diabólica, foi isso que me tornou um descrente do “tormento eterno.” Se isso fosse verdade, eu odiaria Deus.
Creio que o problema não seja procurar outro deus que eu possa amar, mas analisar o meu Eu e procurar o que há de errado dentro dele que impede de Amar o meu Deus. Pois creio que Deus mais amável que Javé não existe. Como disse Blaise Pascal, um fisico “das antigas” “Deus fez o homem à sua imagem e semelhança, e o homem retribuiu a gentileza”.
É… com esse comentário da Rossine, ficou claro que eu entendi direito o comentário do Dallas Willard que o Ed Renê abaliza… Absurdo… é o homem adorando um deus feito à sua imagem e semelhança.
Qual o problema do meu Comentário não ter sido aceito? É por que não é dessa denominação? Falei algo de errado? Olha pensava bem diferente em relação a vocês. Mas vejo falta de consideração. Enfim, li um livro maravilhoso chamado “Vivendo com Propósitos”, mas chego em um site como esse onde atitudes demonstram o contrário, onde admiro o administrador e quero interagir, não aceitam o comentário que foi mais como concordância sem nenhum apelo nem falta de educação. Se eu tivesse discordado com esse pequeno texto tudo bem. Sigo o Ed René Kivitz no twitter e foi através de lá que encontrei esse tema aqui e resolvi comentar/interagir. Mas acho que “pessoas simples” ou “maltrapilhos” não são bem vindos. Coloquei meu e-mail no comentário, mas repito aqui – julianberwaldt@uol.com.br, se houve algum erro ou algo similar. Até mais.
Querendo ressaltar e acrescentar que Ed René Kivitz pra mim foi e É um dos maiores Teólogos que eu conheço. :T Simplesmente acho que é um mal entendido.
Até.
Será que vocês entenderam bem o texto? Se entendi o que o autor quis dizer, em linhas gerais significa algo do tipo: Você não pode amar forçadamente um Deus se este não for digno de amor incondicional. Levando em consideração o exemplo acima (Rossine), onde todos os males descritos são atribuídos a Deus ou a sua permissão, o amor que sentimos por Ele, antes incondicional, passa a estar em xeque. Entretanto, a pergunta que fica é? Deus é culpado por tudo isso? Se a resposta for sim pra alguém, então esse Deus (ou deus) não pode ser amado de todo o coração, alma, entendimento e força. Diante disso, tá na hora de procurar em outro lugar (deus) com mais profundidade.
Deus é amor…..isso é indiscutivel.
A função do sacerdote é apresentar Deus as pessoas, nos dias de hj muitos só conhecem o Deus tirano e impiedoso, que castiga ou abençoa. Deus ama o justo e o injusto, Ele fará justiça baseado no amor que Ele sente por nós.Independente de aceitar o amor Dele ou não Ele me ama e é isso que o que na minha opinião o autor diz, acredite no amor de Deus por vc, se alguém disser o contrário, continue acreditando no amor de Deus”Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça(morra) mas tenha vida eterna”João 3:16
Queridos, entendo perfeitamente os comentários de vocês, mas não podemos subordinar o fato de Deus ser amável ou não à nossa capacidade de julga-lo como bom ou mau, mediante nossos padrões humanos, que teimam em buscar a justiça que julgamos ser a correta. Antes de taxarmos Deus (seja ele qual for) como justo ou injusto, precisamos repensar o nosso padrão de justiça. Seria justo somente um Deus que absolve todas as criaturas, independentemente das escolhas que fizeram e do mal que praticaram?
Com todo o respeito, quero usar um exemplo forte: se uma criatura de Deus estupra ou mata um filho ou alguém muito amado por mim ou por vocês que comentaram acima, certamente nos alegraríamos com um veredicto de sofrimento eterno. Isso nos parece justo.
Nosso padrão de justiça é tremendamente deturpado e partidário, e justamente por esta razão, não podemos confundir a amabilidade de Deus com Sua justiça.
Um Deus que se deu àqueles que criou, disponibilizando a salvação para todos e inclusive deixando-os livres para aceita-la ou não, me parece sim um Deus amável, ainda que muitas vezes seja apresentado como um mero ser superior a quem devemos servir para sermos abençoados ou absolvidos do inferno.
Agora, dizer que Deus não é amável porque não entendemos o conceito de salvação e não concordamos com sua justiça, é como odiar uma calça jeans por não conseguir fazer dieta.
Em resposta…
Daniel Costa
01/03/2012 às 11:25
Que absurdo! Então se eu não tenho condições de amar o Deus que me é apresentado, então Ele deve ser descartado por um outro Deus mais “amável”?
Cara o Ed não quis dizer isso… vc não entendeu nada do que está escrito, ele está falando da pessoalidade de um Deus. Ele não disse que Deus deve ser amável segundo nossos padrões, ao nosso bel prazer, mas que se o deus que um alguém crê não pode ser amado quem é esse Deus?Um nada ou um diabo!
Caro Ed, quando li o texto logo fui remetido à esta letra maravilhosa: DEUS COMPANHEIRO
“Muitas pessoas têm idéias erradas sobre Deus, pensam que Deus é energia ou a natureza.
Pensam que Deus só acorda na festa da Páscoa ou Natal, e que está mais preocupado em celebrar algum ritual.
Pensam num Deus distante, impossível de ser tocado, com quem não se pode conversar a quem não se pode amar.
Um Deus de braços cruzados, um Deus ultrapassado… mas Deus não é assim: Deus é amor!”
É neste Deus em que eu acredito, com os meus sentimentos afinados com a Sua revelação nas escrituras sagradas, um Deus que me conhece imperfeito e que gerou em mim o que vale a pena ser amado.
Legal seu texto, que este Deus companheiro também siga contigo.
Queridos, bom dia.
Gostaria de deixar a minha opinião sobre o tema em questão, que no caso é o Amor de Deus.
Li o texto do Dallas Willard e alguns comentários que se seguiram, e concordo que o tema é polêmico!
Devo, por uma questão ética, informa-los que a minha opinião pode ser questionada a vontade. Não tenho, graças a Deus, dificuldade de ser questionado, até porque tudo o que escrevemos, falamos e fazemos pode ser, e será, sempre alvo do questionamento de outros. A única coisa que jamais poderá ser questionada é o que somos em Cristo. É a ideia do “eu sou o que sou”.
Já a algum tempo, coincidentemente, venho meditando, lendo, orando e compartilhando sobre esse tema. Nessa minha tentativa de sanar a ignorância, cheguei a uma conclusão.
É muito comum a gente achar que as palavras amor e amar têm o mesmo significado, mas não é verdade. Vou explicar.
Vamos ao dicionário (a única fonte de consultada foi o Wikipedia):
Amor: A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação. É tido por muitos como a maior de todas as conquistas do ser.
Amar: Idem.
Vejam, não existe uma distinção entre as duas palavras quanto ao significado para o Wikipedia.
Vamos à Bíblia ( a única fonte de consulta foi a http://www.bibliaonline.com.br):
Amor: E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. (1 João 4:16)
Amar: Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. (1 João 4:8)
Na primeira passagem aparece três vezes a palavra amor.
A primeira vez que a palavra amor aparece da a impressão que o significado é cuidado. Vamos substituir as palavras: E nós conhecemos, e cremos no cuidado que Deus nos tem, ou, tem por nós.
A segunda vez que a palavra amor aparece, a coisa muda. O texto ensina que Deus é! Não é uma questão de ter ou manifestar, mas de ser. Da a ideia que o amor é a essência da natureza divina.
A terceira vez que palavra aparece, também da a ideia de essência do ser. Observe bem o texto:
…quem esta em amor…
Aqui a ideia é: aquele que é envolvido ou esta dentro desse.
Vejam a ultima parte do texto:
…está em Deus, e Deus nele.
Dá a ideia que essa natureza divina, o amor, faz parte da nossa natureza, por tanto, a nossa natureza é a natureza de Deus.
Na segunda passagem a única palavra em análise é ama. Ama é um verbo da terceira pessoa do singular (ele ama). Ele é um verbo de ação, portanto, dá a ideia de movimento, algo manifesto, algo prático.
Com base no exposto, conclui que o amor é a essência natureza divina ou a natureza divina, sendo que essa natureza tem por característica própria o desejo e a necessidade de se manifestar em favor do outro na busca do bem comum. Essa manifestação é o que conhecemos como amar. Esse amar se apresenta na forma de afeição, compaixão, misericórdia, etc.
Como o amor é a natureza de Deus, como poderemos conquistar ou ter essa natureza? Não podemos. Ela nos é dada gratuitamente (Graça de Deus) mediante a nossa fé em Cristo.
Vejam bem, Deus não esta propondo melhorar nossa natureza caída, mas substitui-la por outra. Lembram quando o Aposto Paulo escreveu sobre o velho e novo homem? Velha e nova natureza!
Essa obra é impossível para o homem, “mas possível para Deus”, afirmou Jesus. O amor não é algo que se conquista, mas recebe gratuitamente.
O nosso amar a Deus sobre todas as coisas é reflexo do amor (natureza) de Deus em nós. O amar de Deus é reflexo do amor (natureza), que nos é dado incondicional por Deus. O amar ao próximo não é fruto de uma obrigação religiosa, mas do amor (natureza) de Deus em nós.
Não é simplesmente o que faço e falo que importa, mas o que sou em Cristo, uma nova criatura, o amor.
Um grande abraço.
Sérgio Viana
Comentario coerente o seu Alexandre….
Mateus: 22. 36. Mestre, qual é o grande mandamento na lei? 37. Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. 38. Este é o grande e primeiro mandamento.
Creio que o amor a Deus não se baseia pelo que Ele me faz , me prometeu ou pelos rumos que o homem toma pelo sua própria vontade, porém pelo que Deus representa para humanidade e para cada indivíduo, o único e suficiente salvador. O texto diz isso, se não consigo amar esse Deus que procure o que há de errado na busca desde amor.
É importante reler o que foi escrito por Willard: “O teste crucial de qualquer teologia é este”. Não é Deus que deve ser avaliado e julgado segundo sua opinião, mas a teologia que pretende apresentá-lo. Se caso ela não consegue comunicar o Deus que é amor, então ela deve ser descartada. Todas as nossas interpretações e teologias são limitadas e temporárias, pois ninguém tem a capacidade de definir plenamente Deus. Mas se ela nos servir pelo menos para nos fazer conhecer um pouco do caráter de Deus, que é amável, então ela poderá ser pelo menos útil.
Precisamos tomar cuidado com analfabetismo funcional.
É louvável e tentativa de alguns tentarem explicar o texto do Dallas e por isso reli mais duas vezes… O problema está aqui:
“O teste crucial de qualquer teologia é este: é o Deus apresentado um Deus que se possa amar, e amar de todo o coração, alma, entendimento e força?”
Veja, tudo gira em torno da nossa capacidade (ou possibilidade) de amar o Deus apresentado. Não sou eu quem está inferindo isso do texto, é o próprio Dallas quem o diz quando fala “é o Deus apresentado um Deus que se possa amar”? Ou seja, é apresentado um Deus à pessoa. E o autor joga a isca: esse Deus é passível de ser amado? Isso é simplesmente absurdo. Primeiro que a idéia de Deus não depende da minha capacidade (ou incapacidade) de amá-lo para ser verdadeira. A idéia de Deus, ou a teologia que o apresenta é verdadeira se está de acordo com a Sua Palavra, INDEPENDENTEMENTE de eu gostar ou estar pronto a amar o Deus que a tal teologia apresentou. Se a teologia é bíblica, ela é verdadeira e ponto final, sendo irrelevante o que penso a respeito dela.
E o autor ainda coroa a insensatez do texto com o final “Se ela não apresenta às pessoas um Deus que se possa amar, então está errada.” Ou seja, se a pessoa não puder amar o Deus apresentado pela Bíblia, por exemplo, então a Bíblia está errada.
Eu até entendo que o autor está querendo dizer que o Deus verdadeiro é um Deus de amor e que esse é o Deus que deve ser pregado e anunciado e que há muitas religiões que pregam um Deus que não é amor. Mas a colocação em si, considerando todas as implicações envolvidas, é de uma infelicidade tremenda.
Concordo plenamente! Quando me converti me apresentaram um deus que eu podia amar, mas não da forma ideal, não achei aquilo suficiente, procurei, e encontrei. Hoje conheço um Deus que posso amar e todo o coração, alma, entendimento e força!
A questão não está em “Deus ser amável” e sim na teologia que o apresenta. O deus de muitos pregadores não é amável, pelo contrário, ele é manipulável, capitalista, uma espécie de filho de Adão elevado ao infinito e este não é digno de amor.
O Deus apresentado por Jesus é digno de ser, de todo coração, alma e força amado, a questão é que não temos a condição para assim, amá-lo. Já no primeiro mandamento escorregamos.
Apenas um de nós conseguiu, O Cristo.
Amo a cada dia mais esse Deus que é amor e justiça e cheio de misericórdia que se renova a cada manha.
Esse Deus que ama seus filhos e, tal qual um pai amoroso fica na “janela esperando-os” durante a madrugada, como escreveu Yancey, é esse Deus que deve ser apresentado às pessoas: um pai paciente e amoroso que aguarda seus pródigos filhos retornarem ao lar. Um Deus que ama.Um Deus que amamos. Infelizmente,atualmente muitas igrejas cristãs apresentam um Deus odioso e vingativo incompatível com o Deus apresentado no NT :Jesus Cristo.
Creio realmente (e espero) que seja um mal entendido, embora o texto permita essas interpretações absurdas. Deus é bom, justo, soberano em todas as coisas e santo, digno de receber todo o amor; e essas devem ser verdades imutáveis em qualquer teologia, senão ela não é cristã. Mas devemos ter cuidado para não acabar trocando esse Deus por um deus bonzinho e politicamente correto.
Pessoal,
O texto fala da teologia que apresenta Deus às pessoas. Não está debatendo Deus, que é único. Se uma teologia apresenta um Deus que não pode ser amado, algo está muito errado com ela.
Ed René Kivitz
Acabo de ouvir Zigmunt Bauman por 30 minutos, em entrevista concedida a Sílio Boccanera, para o Programa Milêmio, da GloboNews.
Dos interessantes comentários a respeito do que Bauman chama de “revolução cultural”, tive alguns insights. Na verdade, dois. E ambos parafraseando o “penso, logo existo” de Descartes. Vivemos dias de “devo, logo existo”. Bauman disse que na sociedade capitalista quem não consome, não existe. Deixamos para trás a caderneta de poupança: “consiga o dinheiro e compre o que que quiser”, e migramos para o cartão de crédito: “compre o que quiser e depois consiga o dinheiro para pagar”. O resultado dessa mudança de paradigma de consumo é a dívida. Mudou o ditado. Antes se dizia “quem não deve, não teme”, hoje se diz “quem não deve, não existe”, pois quem não deve não interessa aos donos do crédito. E quem não interessa aos donos do crédito está alijado da sociedade.
Além de “devo, logo existo”, vivemos dias de “sou visto, logo existo”. Essa é a versão imposta pela tirania das redes sociais. Quem não tem twitter, blog, facebook está fora do horizonte de convívio social, cada vez mais virtual. A vida on-line substituiu a vida off-line. Vai crescendo o número de pessoas que deixam de existir assim que fecham seus computadores e desligam seus smartphones. Aliás, o mundo vai se enchendo de gente que jamais fecha o computador ou desliga o smartphone. Apavoradas com a possibilidades de não serem vistas, isto é, não receber comentários e recados no facebook, e não ver sua coluna de mentions do twitter crescer, as pessoas temem deixar de existir.
E Bauman conclui como somente os sábios: “não tenho capacidade nem conhecimento para avaliar o que isso significa nem como vai ser o futuro”. A entrevista se encerra com Bauman encolhendo os ombros e virando os beiços como quem diz “e agora, José?”.
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Estou sentindo muita falta de entrar no blog e ver um novo texto….é muito bom lê-los,só temos que agradecer a voce Ed por escrever.Grande abraço.
Se a teologia revela o Deus verdadeiro, é óbvio que Ele pode ser amado, afinal Deus é amor.
Note que o texto diz “pode” ser amado. Eu posso reconhecer atributos que permitam o amor, mas amar ou não é outra história.
A essencia de Deus Pai é amor, e por isso nos dá liberdade até mesmo para não amá-lo.
Portanto se o Deus apresentado é o verdadeiro, Ele, sendo amado ou não, é “Digno” de ser amado. Essa é a questão.
Considero que problema são os (falsos)ensinamentos a cerca de um deus que barganha, é vingativo e cruel. Há quem prefira esse deus, por interesse, egoísmo ou ignorância…Esse pode até ser aceito, defendido e escolhido por muitos, mas nunca poderá ser amado.
Entendo que Dallas Willard condena essa teologia, tão distante do Deus amoroso.
Abração a todos!
O Weinne entendeu exatamente o que eu quis dizer…
“Esse Deus que ama seus filhos e, tal qual um pai amoroso fica na “janela esperando-os” durante a madrugada, como escreveu Yancey, é esse Deus que deve ser apresentado às pessoas”
Ivone, o Deus que deve ser apresentado às pessoas é o Deus bíblico. E quando o Deus bíblico é apresentado, o Espírito Santo faz a obra independente do Deus bíblico ser “agradável” ou “amável” aos olhos que o contemplam.
Daniel, com todo respeito, é assim mesmo como vc mesmo escreveu : “Eu até entendo que o autor está querendo dizer que o Deus verdadeiro é um Deus de amor e que esse é o Deus que deve ser pregado e anunciado e que há muitas religiões que pregam um Deus que não é amor.”
E é isso mesmo que eu quis dizer. Ainda sobre o nosso Deus bíblico apresentado às pessoas que é o mesmo Deus encarnado na pessoa de JESUS: Creio que esse Deus-Jesus é sim “agradável” e “amável”, independente dos olhos que o contemplam.
Que a paz que vem dEle encha os nossos corações.
Ivone.
Acredito que a questão não é um Deus que se possa amar, ou o Deus que “EU” possa amar, mas sim, aceitar que “Existe um DEUS” que me ama, mas do que “EU” mesmo, me amo a mim! Aceitar esse fato é a maior dificuldade do homem, aceitar que, o que Ele fez por mim, nem eu mesmo faria por mim mesmo, é quase uma ofensa, mas é a mais pura verdade. Acredito que alguém só consegue realmente amar a Deus, se primeiro aceitar o amor de Deus, e para aceitar o amor de Deus, é necessário antes “RENUNCIAR A SI MESMO”, e eis ai a indagação de todo ser humano!
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