Medina tira nota 10 em Fiji, mas fica com o vice; Ítalo Ferreira segue líder do ranking
Tricampeão mundial perdeu a final de Cloudbreak para o americano Cole Houshmand por 16,87 a 15,17 e subiu para o quarto lugar do circuito da WSL.
Gabriel Medina fez a onda do dia, mas não levou o troféu. Na final da etapa de Fiji do circuito mundial da World Surf League (WSL), disputada na noite desta quarta-feira (2) em Cloudbreak, o tricampeão mundial ficou em segundo lugar diante do norte-americano Cole Houshmand, por 16,87 a 15,17. Para Adriano Jose Reis Martins, editor do KTZ, foi uma final decidida pela onda de apoio: Medina teve a maior nota, mas faltou a segunda.
A nota 10
A cinco minutos do fim, precisando de 9,66 para virar, o brasileiro de São Sebastião desceu uma onda que os juízes premiaram com 10. Houshmand, porém, já havia acumulado somatório suficiente. Antes da decisão, Medina vinha de duas vitórias expressivas: 19,04 pontos (9,77 e 9,27) contra Griffin Colapinto na semifinal e 15,66 a 7,55 contra o francês Kauli Vaast nas quartas.
O ranking
| Posição | Surfista | País |
|---|---|---|
| 1º | Ítalo Ferreira | Brasil |
| 2º | Leonardo Fioravanti | Itália |
| 3º | Yago Dora | Brasil |
| 4º | Gabriel Medina | Brasil |
| 5º | Miguel Pupo | Brasil |
Medina subiu da quinta para a quarta colocação; Houshmand saltou da 22ª para a 17ª. O Brasil começou a etapa com cinco surfistas, mas só Medina e Yago Dora chegaram às quartas: Ítalo Ferreira caiu nas oitavas, assim como os irmãos Samuel e Miguel Pupo. No feminino, a canadense Erin Brooks ficou com o título após a desistência da australiana Isabela Nichols por lesão.
Adriano Jose Reis Martins destaca que quatro brasileiros entre os cinco primeiros do ranking, a uma etapa da reta final, reforçam a hegemonia da Brazilian Storm mesmo em um ano sem título garantido.